sexta-feira, 19 de junho de 2009
Veja e ouça!
Lembrando que o programa é reprisado toda segunda-feira, das 7h às 8h da manhã.
"Ecolândia: o mundo onde a gente vive!
Meio ambiente e qualidade de vida na Rádio Comunitária Caraí-FM 106.3"
Um abraço da equipe do Ecolândia!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Lar das Vovozinhas
quinta-feira, 4 de junho de 2009
X INTERCOM Sul
27 de maio.
Anoitecia quando os mais de cento e vinte acadêmicos partiram do coração do estado do Rio Grande do Sul rumo à Blumenau. Todos – ou boa parte – estavam animados. Conhecer um lugar novo, fazer festa e, é claro, participar do evento que oportunizou a viagem.
Nas primeiras horas da ida, tudo muito-bem-obrigado, mas foi passar de Porto Alegre que os pss-tem-gente-dormindo-que-precisa-apresentar-trabalho-amanhã começaram a prevalecer àqueles mais animados. Além disso, vez que outra piscava um flash da minha câmera ou a Michelle soltava uma risadinha.
28 de maio
Onde estamos? Falta muito? Chegamos!
Chovia, ou melhor, garoava (uma garoa fininha e irritante) quando os mais de cento e vinte acadêmicos chegaram à cidade da Oktoberfest. A tropa desembarcou na Universidade Regional de Blumenau (FURB), onde estava começando o X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul (INTERCOM Sul). De lá, depois da palestra de abertura, partimos para a pousada.
O Ecolândia no Intercom Junior
Na tarde do dia 28 o Ecolândia foi apresentado pela primeira vez, no INTERCOM Junior. O artigo Programa Radiofônico Ecolândia: da Práxis à Teoria foi explicado pelo
s ecolandeiros Gabrielli, Luciana e Luiz Henrique. Os objetivos do programa, a relação com o jornalismo público, o jornalismo ambiental e a comunicação comunitária foram alguns dos aspectos expostos.
Naquela noite, a ecolandeira Michelle e eu participamos de uma oficina com Sandro Galarça sobre Jornalismo Comunitário. A oficina abordou o jornalismo comunitário impresso, mas por estar no contexto comunitário, o ministrante ressaltou pontos que também foram abordados no artigo apresentado poucas horas antes por parte do nosso grupo:
A função pública do jornalismo não deve ficar restrita apenas aos órgãos oficiais. A “grande mídia” coloca jornalismo comunitário como os serviços que presta à comunidade, no entanto essa subdivisão vai além de reclamar do buraco na rua ou do serviço de saúde. O jornalismo comunitário se inicia junto ao local para o qual é voltado, propondo-se a focar nas demandas da comunidade. Nesse contexto pode ser que as atenções sejam voltadas às necessidades básicas, porque nelas estão as maiores carências.
O verdadeiro jornalismo comunitário faz uma troca de ideias com as pessoas e deve ser um instrumento de transformação da comunidade. É preciso entender o local, identificar-se na comunidade e estudar a fundo a formação histórica e social da população à qual se dirige. Outro detalhe é valorizar o local, resgatando as manifestações populares.
O jornalista comunitário deve ter uma participação verdadeira (o jornalista junto à comunidade), vivendo a realidade do lugar e assumindo a sua parcela da responsabilidade.
Temos, ainda, que o jornalismo comunitário precisa assumir o seu dever social de mudar o mundo, não adiantando apenas cobrir determinado evento, mas sim incentivar a realização de outros tantos mais.
29 de maio
Ecolândia no Expocom Sul
Na sexta-feira era dia de apresentar o Eco no Expocom. Estavam encarregados da apresentação do artigo Programa Radiofônico Ecolândia: Jornalismo Ambiental
Acontecimento 3: Tudo certo! Felipe e Janaina afiadíssimos! Mas chega na hora de falar e só um poderia apresentar - e esse um era quem inscreveu o trabalho: Gabrielli. Os avaliadores ainda permitiram que alguém a acompanhasse na apresentação, mas a Gabi assumiu tudo sozinha. Por sorte (não!). Por competência o trabalho ficou muito bem apresentado. Falar do Ecolândia em dez minutos não é fácil. Ao final, com poucas perguntas dos jurados, o grupo ainda pôde expor mais do trabalho realizado. Confesso que quando o Felipe, a Jana e a Gabi não paravam de responder, falando e estendendo muito as colocações, eu fiquei bastante nervoso. A mesa avaliadora havia dito: temos pouco tempo e ainda há muitos outros trabalhos pela frente. Foi preocupação à toa. Os detalhes só enriqueceram a apresentação
30 de maio.
Na Vila Germânica aconteceu o encerramento do X INTERCOM Sul. Na cerimônia foram anunciados os premiados no Expocom Sul 2009.
A voz anunciava um vencedor atrás do outro, muito rápido. Eis que entre gritos de comemoração e flashes o locutor anuncia: Programa Radiofônico Ecolândia – êêêêêêhhhhhhhh!!! – Jornalismo Ambiental
Todo o trabalho valeu (mais ainda) o esforço.
31 de maio.
Fazia frio quando os mais de cento e vinte acadêmicos chegaram ao coração do estado do Rio Grande do Sul vindos de Blumenau. Todos – ou boa parte – estavam cansados. No entanto, a bagagem extra que alguns trouxeram (e não falo das cervejas, roupas e chaveiros!) é, sem dúvida, a melhor parte de tudo isso.
O grupo todo e seus colaboradores estão de parabéns!
sábado, 16 de maio de 2009
Ecolândia: o mundo para o qual a gente vive

Na última reunião de pauta comentou-se da mudança de presidência da Associação de Moradores do bairro Urlândia, onde se localiza a rádio Caraí. Lá fomos nós planejar reportagens, entrevistas e um programa inteiro sobre as associações de bairro. Chegada a semana de produção, ninguém mais tinha notícia do nome do novo presidente da tal associação. Enganos de quem produz para a comunidade sem ser da comunidade.
Depois de muito 'bater cabeça' atrás do dito cujo, ligamos para a 'voz' da Caraí, a Dona Rosi, que nos informou a real situação da associação: A eleição não só ainda não aconteceu, como parece que houve um incidente envolvendo um dos candidatos.
Terça-feira, noite, frio, chuva, fechamento de revista e reunião de pauta do Ecolândia. São 9h30min da noite, uma equipe inteira divide pizza e quebra a cabeça para encontrar uma nova pauta. A ecologia, nossa velha companheira, salva a pátria mais uma vez. O tema escolhido foi ‘Os animais selvagens’.
Aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo, toda a equipe, de sorriso no rosto, vai atrás de reportagens e entrevistas, sobre o novo tema. Tudo isso para sexta-feira, porque o tempo 'urge'.
Toda essa introdução tem uma intenção bastante acadêmica. A lição aprendida nessa semana, mais uma das muitas das quais já aprendemos nesses três anos de programa, faz parte de uma das teorias de Comunicação Comunitária que mais nos têm intrigado. Como aproximarmo-nos da comunidade? Como deixar de tratar a comunidade como simples receptor, e trazê-la para a produção efetiva do Ecolândia?
Obviamente fazemos o programa para a comunidade, nos preocupamos com os problemas vividos pelos nossos ouvintes. Mas, infelizmente, não somos da comunidade, e não temos o completo domínio das necessidades diárias de seus moradores. Tentamos contornar essa situação através do esforço continuo, mas ainda assim, sabemos que precisamos avançar.
Pensando sobre isso, e lendo alguns dos artigos de Cicília Peruzzo sobre Comunicação Comunitária, acabo por chegar a seguinte indagação: O caráter diferenciado da Comunicação Comunitária feita pelo Ecolândia não seria resultado do fato de ele ser veiculado por uma rádio comunitária que não está ligada a uma associação de bairro?
A Caraí nasceu de um sonho, o desejo que Rosi e seu marido, tinham de ter uma rádio, um veículo de informação e de divulgação das músicas que gostavam, entre outras coisas. A rádio existe para o entretenimento, sem deixar de promover a valorização da cultura local, do gosto da comunidade. O Ecolândia, junto com alguns programas da Faculdade de Comunicação da UNIFRA, são as únicas produções jornalísticas da rádio. Acredito que o Ecolândia faz uma Comunicação Comunitária híbrida: a comunidade acadêmica inserida na comunidade do bairro tentando pensar e sentir como ela para produzir informação.
Quem disse que nós não estamos fazendo Comunicação Comunitária? O Ecolândia perde em situações como o caso da edição sobre a Associação de Bairro que não aconteceu por falta de intimidade com o dia-a-dia da comunidade. Mas o programa ganha, ao promover essa experiência, quase antropológica, de fazer um grupo de acadêmicos colocar-se no lugar do outro. Um exercício de alteridade que nos traz lições muito maiores do que as amortecidas pelo pó das bibliotecas.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
A equipe!
O Programa radiofônico foi ao ar pela primeira vez em junho de 2006.
A cada ano o grupo é renovado, porque alguns alunos se formam e outros integram a equipe.
A equipe do Ecolândia é composta hoje por estudantes de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade e Propaganda da UFSM, são eles:
-Maíra Bertoldo
-Luiz Henrique Coletto
-Gabrielli Dala Vechia
-Michelle Falcão
-Guilherme Gehres
-Juliana Gelatti
-Cristiano Magrini
-Janaina Oliveira
-Luciana da Rosa
-Felipe Viero
-Eduardo Ornes
O grupo é orientado pela Professora Márcia Amaral.
O quadro Biologia em Comunidade é produzido e apresentado por estudantes de Biologia da UFSM, integrantes do Grupo PET.
Os principais colaboradores são os moradores da Zona Sul de Santa Maria, que a cada semana nos ajudam a construir um programa para a comunidade, com perguntas, opiniões e assuntos do seu interesse!
terça-feira, 20 de maio de 2008
O princípio
Criei este "piloto" para iniciar, nem que seja precariamente no começo, para não perdermos a vontade. Pretendemos explicar o que é o programa de rádio, quem são seus integrantes, quem são os ouvintes, queremos publicar alguns programas gravados e a transcrição das melhores matérias.
O programa Ecolândia é um dos projetos de extensão do grupo PET - Programa de Educação Tutorial - do Curso de Comunicação Social da UFSM - Universidade Federal de Santa Maria. Além dos estudantes de Jornalismo integrantes do PET, participam ainda alunos da graduação. O programa Ecolândia vai ao ar pela Rádio Comunitária Caraí 106.3 FM, de Santa Maria, às sextas-feiras das 18 às 19h e tem reprise às segundas-feiras às 7h da manhã.
